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Espresso Canetas A Anvisa aprovou 5 novas canetas contra obesidade e diabetes, e 20 medicamentos com análogos de GLP-1 já foram autorizados em 2026. → Retatrutida A retatrutida, caneta experimental, superou o Ozempic em perda de peso e controle da glicemia em novo estudo e pode chegar ao mercado no ano que vem. → Nike O novo tênis de corrida de elite da Nike tem lançamento previsto para 2027, segundo a Runner's World. →
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Nova diretriz da insuficiência cardíaca antecipa quatro classes de remédios
 O Brasil ainda registra cerca de 300 mil mortes por doenças cardiovasculares todos os anos, boa parte delas evitável. O tema guia o novo VEJA e Cuide-se, com cobertura especial do Congresso da Sociedade Brasileira de Cardiologia, no Rio de Janeiro. A editora de VEJA SAÚDE, Chloé Pinheiro, recebe Marcus Vinicius Simões, presidente do Departamento de Insuficiência Cardíaca da SBC. O foco é a insuficiência cardíaca, condição que afeta milhões de brasileiros. A nova diretriz brasileira traz a introdução precoce de quatro classes de medicamentos essenciais, a inclusão da finerenona e o uso estratégico de canetas emagrecedoras em pacientes com obesidade. Simões destaca que, apesar do medo comum do infarto, a insuficiência cardíaca impõe desafios severos, como altas taxas de hospitalização e impacto direto na qualidade de vida. Na prevenção, ele aponta sedentarismo, obesidade e diabetes como fatores de risco silenciosos. Defende também a vacinação como proteção para evitar o agravamento de quadros cardíacos, desmistificando crenças infundadas das redes sociais, e reforça a necessidade de abordagem multidisciplinar e de autocuidado.
O tratamento da insuficiência cardíaca no Brasil passa a começar com mais remédios, mais cedo.
Fonte: VEJA Saúde
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Diástase pós-parto: o plano de Malu Borges começa pela respiração
 Malu Borges intensifica os exercícios para tratar a diástase abdominal após o nascimento da segunda filha. Aos três meses de pós-parto, avança gradualmente nos treinos com a personal trainer Rapha Brazilian, cofundadora da BOOM Fit Club, que a acompanha há mais de três anos. A diástase acontece quando os músculos retos do abdômen se afastam ao longo da linha média. Na gravidez, a adaptação acomoda o crescimento do útero, mas a recuperação varia de mulher para mulher. O afastamento pode influenciar a estabilidade do tronco, o controle da pressão intra-abdominal e a função do assoalho pélvico, e por esse motivo retomar os treinos não significa voltar à rotina anterior nem intensificar os abdominais. A preparação começou ainda na gestação: Malu manteve os treinos até o parto, com adaptações, e retomou as atividades uma semana após o nascimento. Com grau leve de diástase, seguiu uma progressão planejada, que partiu de exercícios respiratórios e Pilates. Nos três primeiros meses, o treino avançou para glúteos e membros inferiores, estabilidade do tronco e ativação progressiva do core. Mais recentemente, entrou o exercício com rolinho, que exige maior controle abdominal. Movimentos de muito esforço abdominal merecem atenção quando a musculatura ainda não está preparada, pois sem controle adequado podem aumentar a pressão intra-abdominal e sobrecarregar as estruturas em recuperação. A matéria ressalta que não existe uma lista universal de exercícios proibidos para todas as mulheres com diástase.
A recuperação abdominal pós-parto segue uma progressão que começa por respiração e controle, não por abdominais.
Fonte: Sport Life
Ouvido no balcão O ponto de partida foi a respiração, como sempre é quando a gente trabalha recuperação, e a gente começou com muito trabalho de Pilates, trazendo tonificação e resistência de forma gradual Rapha Brazilian, personal trainer de Malu Borges, Sport Life |
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Método de três categorias ajuda a ler cada corrida além do ritmo
 Você sai para um treino leve, mantém o ritmo de sempre, mas depois de um ou dois quilômetros a respiração pesa e a frequência cardíaca sobe mais que o normal. Pelo ritmo, nada mudou. Os outros sinais indicam que o corpo paga um preço maior para sustentar a mesma velocidade. Calor, ladeiras, fadiga e estresse podem tornar o ritmo habitual mais pesado, mas, com tanto conselho sobre o que observar, fica difícil saber em quais sinais confiar. Sem uma forma clara de interpretá-los, o corredor pode forçar demais no dia leve ou perder o esforço pretendido no treino de velocidade. Repetido, o erro desequilibra treino e recuperação. A solução vem de Nick Farr, ultramaratonista e head coach e fundador da P3 Fitness. Ele organiza o retorno de cada corrida em três categorias: performance output, biological load e subjective feedback. Para Farr, nenhuma métrica isolada conta a história completa da corrida: o ritmo mostra a velocidade, mas não o quanto ela foi difícil nem como o corpo respondeu. Performance output reúne o trabalho produzido: ritmo, velocidade, distância, tempo, elevação, cadência, comprimento da passada e potência. São as métricas que mostram o que foi realizado, como a rapidez com que o percurso foi coberto ou quanta subida entrou no treino.
Ritmo sozinho não diz se a corrida cumpriu o objetivo: é preciso cruzá-lo com a resposta do corpo e a sensação de esforço.
Fonte: Runner's World
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Nike Alphafly 4 já está à venda e esgotando rápido, segundo nota da Runner's World de 29/10. Hoje · Adidas Adizero Adios Pro 5 chega com solado estendido no antepé para reduzir o desgaste da espuma exposta. 2027 · Novo tênis de elite da Nike tem lançamento previsto para o ano que vem.
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Pra viagem Anote após cada corrida três campos no caderno de treino: ritmo e distância, respiração e frequência cardíaca, e sua sensação de esforço. Entre o tênis que perde uma onça e a diretriz que antecipa os remédios, o dia mostra ganhos que nascem de ajustes pequenos e bem medidos. Fica a pergunta: que sinal do seu corpo anda sendo lido só pela metade? |
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Maratona dos 7 dias finais
Dia 6 de 7 · a temporada de outubro fecha 31/10
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