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Espresso Recorde Mark Kiptoo, recém-chegado aos 50 anos, correu a Maratona de Frankfurt em 2:15 e baixou em 4 minutos um recorde mundial da categoria que durava 35 anos. → Câncer de mama Mulheres negras morrem 3,8 vezes mais por câncer de mama que as brancas, aponta o Instituto Nacional de Câncer. → Suplemento A Nutrify lançou a Creatine HMB em sticks, que combina creatina, HMB, vitaminas e minerais em porções individuais. →
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On Cloudsurfer 3 chega com a pisada mais macia da marca
 A On apresenta o Cloudsurfer 3, tênis que a marca descreve como sua pisada mais macia até hoje. O modelo é indicado para treinos do dia a dia, corridas de recuperação e sessões mais longas, em que o conforto pesa mais que qualquer ficha técnica. A base do conjunto é a combinação do CloudTec Phase, em que os característicos pods ocos comprimem em sequência para absorver o impacto e suavizar a transição do calcanhar à ponta, com a nova espuma Surreal Superfoam. Segundo testes internos da On, a dupla entrega 15,5% mais compressão que a espuma sozinha, além de uma melhora de 9,9% na sensação de pisada suave. O cabedal também mudou: é uma malha nova, que se adapta ao pé, mantém a fixação e favorece a respiração. A ideia é reduzir calor e umidade, condições que levam a assaduras, bolhas e pontos quentes. O acolchoamento do colarinho e da língua foi atualizado para dar sensação macia já ao calçar. Vale a ressalva: todos os percentuais citados vêm de testes internos da própria marca, e não de uma avaliação independente.
Se o seu critério de compra é conforto em quilometragem alta, o Cloudsurfer 3 entra na lista, mas os números ainda são da própria On.
Fonte: Men's Health
A dose exata Segundo testes internos da On, a combinação de CloudTec Phase com Surreal Superfoam entrega 15,5% mais compressão que a espuma sozinha. |
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Osteoporose: fatores de risco permitem agir antes da primeira fratura
 Quando a osteoporose só é descoberta depois de uma fratura, parte importante da prevenção já ficou para trás. A doença evolui de forma silenciosa e costuma se tornar evidente após uma fratura por fragilidade, aquela que ocorre depois de um trauma de baixa energia, como uma queda da própria altura. A dimensão do problema é grande: no mundo, ocorrem até 37 milhões de fraturas por fragilidade por ano em pessoas com mais de 55 anos, cerca de 70 por minuto. Estima-se que aproximadamente 500 milhões de homens e mulheres com 50 anos ou mais vivam com osteoporose. Os sinais de alerta incluem fratura após os 50 anos, perda de mais de 4 cm de estatura, baixo índice de massa corporal, uso prolongado de glicocorticoides, menopausa precoce, tabagismo e histórico familiar de osteoporose ou de fratura de quadril. O diabetes também pode elevar o risco. Esses fatores não confirmam o diagnóstico, mas indicam a necessidade de avaliação por um profissional de saúde. No Brasil, um relatório da International Osteoporosis Foundation com especialistas brasileiros estima cerca de 400 mil fraturas por fragilidade por ano. Aproximadamente 60% das pessoas em risco não recebem tratamento, e só 20% dos pacientes de alto risco tiveram tratamento farmacológico logo após uma fratura. Entre mulheres que aderiram ao tratamento por pelo menos um ano, maior adesão esteve associada a menos fraturas.
Quem tem algum dos fatores de risco listados pode pedir avaliação médica antes da primeira fratura, que já é marcador de risco para a próxima.
Fonte: VEJA Saúde
O nível da xícara No Brasil, a maioria das pessoas em risco não é tratada, e poucos pacientes de alto risco recebem remédio logo após a fratura. | Em risco sem tratamento | | 60% |
| Alto risco com tratamento imediato | | 20% |
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Cineasta lança documentário e livro sobre como voltou a andar após tetraplegia
 O cineasta, escritor e carnavalesco Estêvão Ciavatta Pantoja, marido de Regina Casé, lança um documentário e um livro sobre a recuperação após a tetraplegia. Desde 2008, quando sofreu uma lesão medular no pescoço em um acidente durante passeio a cavalo, ele percorre esse caminho. Hoje caminha, dança, joga bola com o filho e escalou os mais de 700 metros da Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro. O documentário No Passo da Cobra estreou no Festival de Cinema do Rio, integrou a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e agora segue para a plataforma de streaming Aquarius. A autobiografia homônima chega na segunda-feira (2/11) pela editora Record, com o título No Passo da Cobra: A Queda do Cavalo e Tudo O Que Veio Depois. O acidente aconteceu em 10 de novembro de 2008, quando ele tinha 40 anos: perdeu o controle do cavalo e foi arremessado ao chão. A queda lesionou vértebras e ele deixou de sentir o corpo abaixo do pescoço. Encontrado por um funcionário do local, precisou esperar mais de 50 minutos pela ambulância. No filme, ele destaca uma medida importante no resgate: pessoas com lesão medular não podem ser movimentadas até a chegada de profissionais capacitados, porque movimentos inadequados podem piorar o quadro. No hospital, passou por cirurgia de urgência para estabilizar a coluna e descomprimir a medula, seguida de uma quinzena na UTI, um mês internado e meses na cadeira de rodas.
A história traz um aprendizado prático de primeiros socorros: diante de suspeita de lesão medular, a vítima não deve ser movida antes da equipe especializada.
Fonte: VEJA Saúde
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No radar · a agenda de hoje Domingo (1/11) · Maratona de Nova York, com a estreia de Andreas Almgren na distância. Segunda (2/11) · Lançamento da autobiografia No Passo da Cobra pela editora Record.
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Pra viagem Guarde a regra de primeiros socorros: diante de queda com suspeita de lesão medular, não mova a pessoa e espere os profissionais da ambulância. Entre o implante que agora dura dois anos a mais, o estreante que se preparou por um outono inteiro e a fratura que ainda dá tempo de evitar, o dia fala de antecedência. Que parte da sua semana está esperando um aviso para começar? |
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Clímax da temporada
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Maratona dos 7 dias finais
Dia 4 de 7 · a temporada de outubro fecha 31/10
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