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Espresso Tênis A ASICS lança o DYNABLAST 6, tênis que aposta em conforto, amortecimento e retorno de energia para quem começa a correr ou treina 5 km e 10 km. → Nutrição O consumo de amendoim cresceu 2,69% no primeiro semestre, segundo a Scanntech, e o grão aparece em pastas, snacks e receitas. → Anvisa O Gazyva, já usado em alguns tipos de câncer, foi aprovado pela Anvisa para reduzir crises de lúpus, mas o custo elevado ainda pode frear o acesso. →
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Saber o subtipo do câncer de mama ajuda a definir o tratamento
 Receber o diagnóstico de câncer de mama traz uma enxurrada de informações, e uma pergunta ganha peso logo no início: qual é o subtipo do tumor? Tumores que surgem na mama podem ter características biológicas diferentes, e conhecê-las é parte importante da definição do tratamento. A oncologista Solange Sanches, coordenadora do serviço de oncologia mamária do A.C.Camargo Cancer Center, resume a ideia com uma comparação: o nome é câncer de mama, e o sobrenome são os subtipos. Entre eles estão os luminais, associados a receptores hormonais; os HER2 positivos, que expressam a proteína HER2; e os triplo negativos, que não têm receptores hormonais nem expressão de HER2. Características diferentes podem exigir condutas diferentes. Segundo a médica, é a partir dessas informações que a equipe interpreta o comportamento da doença e discute quais tratamentos fazem sentido para cada paciente. A investigação pode incluir ainda exames para avaliar a extensão da doença. Uma pesquisa Datafolha com 241 mulheres que iniciaram ou concluíram o tratamento, feita entre 22 de setembro e 10 de outubro de 2025, mostra a dimensão do desafio: para 99%, informação clara e de qualidade é importante, mas 36% sentiram falta de mais clareza nas explicações sobre exames e tratamento.
Perguntar o subtipo logo após o diagnóstico ajuda a entender por que o tratamento de cada paciente é diferente.
Fonte: VEJA Saúde
Ouvido no balcão Câncer de mama é um termo bastante genérico. Precisamos saber o nome e o sobrenome. Solange Sanches, oncologista clínica do A.C.Camargo Cancer Center, em VEJA Saúde |
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Jeff Galloway recebe o prêmio Abebe Bikila, da NYRR
 Jeff Galloway é o ganhador de 2026 do Abebe Bikila Award, que a New York Road Runners (NYRR) entrega a quem fez uma grande contribuição à corrida de longa distância. A homenagem é póstuma, oito meses após a morte dele, e acontece na cerimônia de abertura da Maratona de Nova York, em 30 de outubro, pouco antes da entrada da nova turma do Hall da Fama. O prêmio carrega história: Abebe Bikila ganhou o ouro olímpico em Roma, em 1960, correndo descalço, e repetiu o feito em Tóquio quatro anos depois, tornando-se o primeiro atleta a vencer duas maratonas olímpicas. O currículo de Galloway também falava alto em tempo. Ele representou os Estados Unidos nos 10.000 metros dos Jogos de 1972, foi quinto na Maratona de Boston no ano seguinte e chegou a correr a maratona em 2h18min29s. Também ajudou a criar a Peachtree Road Race, em Atlanta, e venceu a primeira edição, em 1970. Apesar do currículo veloz, ficou famoso por dizer aos corredores que não precisavam correr cada passo: o método dele inclui pausas planejadas para caminhar e abriu distâncias longas a quem nem cogitava. Ele levou a mensagem por mais de 50 anos, até a morte, em fevereiro, aos 80 anos, por complicações de um AVC.
Correr com pausas planejadas para caminhar é abordagem de quem já foi elite, e abre distâncias longas a quem está começando.
Fonte: Runner's World
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Polimento de três semanas deixa a perna pronta para a maratona
 A maioria dos planos de maratona traz um polimento de três semanas: os 21 dias finais entre o último longão e a largada, com menos corrida e mais recuperação. É uma das partes mais importantes do treino e, em muitos casos, a mais difícil de cumprir. Muitos corredores ficam inquietos ou ansiosos nesse período, o que a Runner's World chama de “taper crazies” ou “taper tantrums”. Outros temem que o descanso desfaça o progresso antes da prova. A reportagem explica que reduzir a quilometragem permite recuperação completa e também o pico de desempenho. Quem pula a etapa pode perder o potencial no dia da prova e ainda se expor a lesões e a uma recuperação mais lenta depois. Para Patti Finke, ex-treinadora de corrida, fisiologista do exercício e coautora de Marathoning, Start to Finish, o medo de perder forma não se sustenta: nas últimas semanas, é o descanso, mais que o trabalho, que deixa o corredor forte, e a capacidade aeróbica, melhor medida de condicionamento, não muda em três semanas. Um estudo publicado na Frontiers in Sports and Active Living registrou que polimentos rigorosos, com redução progressiva do treino, são distintamente eficazes.
Reduzir a quilometragem nas últimas três semanas não faz perder condicionamento aeróbico e deixa a perna mais fresca na largada.
Fonte: Runner's World
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No radar · a agenda de hoje Sexta, 30/10 · Cerimônia de abertura da Maratona de Nova York, onde Jeff Galloway recebe o Abebe Bikila Award postumamente. Domingo, 6/12 · Courtney Dauwalter volta à CIM atrás do índice de 2h37min para as Seletivas Olímpicas. 2027 · A Salomon assume o patrocínio principal do Mundial de Ironman, em Kailua-Kona.
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Pra viagem Abra o plano de treino da próxima maratona e confira se as três semanas finais reduzem a quilometragem em vez de manter o volume. Pelotão, descanso e pausas para caminhar: nas histórias de hoje, o ganho veio de abrir mão de correr sozinho e sem parar. |
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