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04 SET · Nº 030

Bom dia, cafeinado.

Um anticorpo já usado contra psoríase mostrou resultados expressivos contra formas raras e agressivas de doenças inflamatórias intestinais, enquanto um professor de Educação Física lembra que subir escadas continua sendo um dos exercícios mais baratos que existem. Vira o shot. ☕

No shot de hoje · toque pra pular

🧬Remédio da psoríase ajuda no intestino01↓
🪜Escada é 6x mais econômica02↓
😴Apneia agrava perda muscular na DPOC03↓
🌡️Calor global e sedentarismo04↓
❤️Infarto cada vez mais jovem05↓
 
 
01  A manchete↑ índice

Remédio de psoríase se mostra eficaz contra doenças inflamatórias intestinais

Um anticorpo monoclonal já conhecido no tratamento da psoríase apresentou resultados expressivos em pacientes com formas raras e agressivas de retocolite ulcerativa e doença de Crohn, segundo levantamento divulgado pela VEJA Saúde. As duas condições fazem parte do grupo das doenças inflamatórias intestinais, marcadas por crises de dor, diarreia e inflamação crônica no trato digestivo.

O ponto central da descoberta é o reaproveitamento de um medicamento que já tinha uso aprovado em outra frente. Quando um anticorpo testado para uma doença de pele passa a funcionar também no intestino, o caminho até o paciente costuma ser mais curto do que o de uma droga inteiramente nova, porque parte da segurança do composto já é conhecida.

Para quem convive com formas raras e agressivas dessas doenças inflamatórias, a notícia importa porque essas variações costumam responder pior aos tratamentos convencionais. Um anticorpo que já provou eficácia em outra condição autoimune amplia o número de opções pra médicos que hoje lidam com pacientes de difícil controle.

A cobertura ainda não detalha protocolo de dosagem, tempo de tratamento ou efeitos colaterais específicos para o novo uso. Vale acompanhar os próximos desdobramentos antes de considerar o remédio uma alternativa consolidada para retocolite ulcerativa e Crohn.

Um remédio que já existe passa a atender pacientes com formas graves de doença intestinal que hoje têm poucas opções eficazes.

Fonte: VEJA Saúde

Dois lados da xícara

▲ Ganha

Pacientes com formas raras e agressivas de Crohn e retocolite, que passam a ter mais uma opção de tratamento.

▼ Perde

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02  Treino↑ índice

Subir e descer escadas é 6x mais econômico que outros exercícios, diz professor

O professor de Educação Física Felipe Isidro afirmou, em entrevista ao Terra, que subir e descer escadas é seis vezes mais econômico do que qualquer outro exercício. A frase resume um argumento simples: dá pra treinar sem equipamento, sem academia e sem custo extra, usando uma estrutura que já existe em prédios, estações e casas com mais de um andar.

O gasto de energia ao subir escadas costuma ser maior do que o de uma caminhada no plano, porque o corpo precisa vencer a gravidade a cada degrau. Isso explica por que a atividade aparece como opção de treino cardiovascular rápido pra quem não tem tempo ou dinheiro pra estrutura formal.

A vantagem prática é a acessibilidade: qualquer prédio com escada vira uma estação de treino, sem mensalidade, sem deslocamento até uma academia e sem equipamento pra comprar ou manter.

Fica o convite pra observar a própria rotina hoje: quantos lances de escada dá pra trocar por elevador, e quantos minutos de treino cabem nesse trajeto que o cafeinado já faz todo dia.

Um treino cardiovascular eficiente pode estar literalmente no caminho até o trabalho, sem custo nenhum.

Fonte: Terra

Ouvido no balcão

Subir e descer escadas é seis vezes mais econômico do que qualquer outro exercício

Felipe Isidro, professor de Educação Física, ao Terra

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Espresso

Saúde Lito Sousa deixou o hospital e passou a receber cuidados paliativos em casa, com equipe de enfermagem 24 horas por dia. →

Saúde O jornalista Alex Escobar passou por cirurgia pra remover um tumor e atualizou seu estado de saúde. →

Inverno A VEJA Saúde reúne mitos e verdades sobre doenças respiratórias no inverno, com foco em cuidados pra grupos de risco. →

 
 
03  Saúde↑ índice

Apneia do sono agrava perda muscular em quem tem DPOC, mostra estudo

Um estudo divulgado pela CNN Brasil mostra que a apneia do sono agrava a perda muscular em pessoas com DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica). A combinação das duas condições preocupa porque cada uma isoladamente já compromete a qualidade de vida, e juntas parecem acelerar a deterioração da massa muscular.

A DPOC já reduz a capacidade respiratória e limita o esforço físico. Quando a apneia entra na equação, o sono fragmentado e a queda de oxigênio durante a noite somam-se ao quadro, dificultando ainda mais a recuperação muscular que normalmente aconteceria durante o descanso.

Perda muscular em pacientes respiratórios crônicos costuma significar menos força pra atividades básicas do dia a dia, como subir escada ou carregar compras, o que reforça a importância de diagnosticar e tratar a apneia nesse grupo específico.

Quem tem DPOC e percebe sono mal reparador, ronco alto ou cansaço mesmo depois de dormir bem tem motivo pra investigar apneia do sono com o médico responsável pelo acompanhamento pulmonar.

Tratar a apneia pode ser parte do cuidado pra quem já enfrenta DPOC e sente a força muscular diminuir.

A dose exata

6 vezes Subir e descer escadas é, segundo o professor de Educação Física Felipe Isidro, seis vezes mais econômico do que qualquer outro exercício.

 
 
04  Estudo↑ índice

Aquecimento global pode aumentar sedentarismo e piorar desempenho nos treinos

Um estudo aponta que as mudanças climáticas conspiram a favor da inatividade física, segundo reportagem da VEJA Saúde. A projeção é que as taxas de sedentarismo tendam a piorar conforme o calor se intensifica, afetando também o desempenho de quem já treina.

O raciocínio é direto: calor extremo desestimula atividade ao ar livre, encurta a janela de horários confortáveis pra treinar e aumenta o risco de desidratação e mal-estar durante o exercício, o que leva muita gente a simplesmente pular o treino.

Pra quem já sente o calor pesar no desempenho, a recomendação implícita do estudo é ajustar horário e intensidade, priorizando os períodos mais frescos do dia em vez de insistir no mesmo horário do inverno.

O tema ganha peso porque não fala só de conforto: fala de uma tendência que pode empurrar populações inteiras pra menos movimento, com efeito direto em doenças crônicas ligadas ao sedentarismo.

Dias mais quentes tendem a exigir treino em outro horário, pra não virar desculpa pra pular o exercício.

 
 
05  Prevenção↑ índice

Infarto cada vez mais precoce preocupa cardiologistas

Um podcast da VEJA Saúde reúne um cardiologista pra discutir o que está por trás do aumento de infartos entre pessoas mais jovens. O episódio aborda os fatores que impulsionam essa ocorrência precoce e reforça a importância da prevenção mesmo antes da meia-idade.

Infarto costuma ser associado a pessoas mais velhas, mas a discussão especializada mostra que fatores de risco, quando presentes cedo, também aceleram problema cardíaco em quem ainda está na casa dos 20 ou 30 anos.

Prevenção precoce muda o prognóstico: identificar fator de risco antes do primeiro evento cardíaco é sempre mais barato, em saúde e em qualidade de vida, do que tratar depois do infarto acontecer.

Vale ouvir a conversa completa pra entender quais sinais e hábitos o cardiologista aponta como gatilho nessa faixa etária mais nova.

Prevenção cardíaca deixou de ser assunto só de quem passou dos 50.

Fonte: VEJA Saúde

 
 

No radar · a agenda de hoje

Hoje · Repercussão do estudo sobre apneia do sono agravando a perda muscular em pacientes com DPOC.

Este fim de semana · Novo protocolo da Vichy pra reduzir impacto do emagrecimento rápido na pele e no cabelo, voltado a usuários de canetas emagrecedoras.

Pra viagem

Ouça o podcast completo da VEJA Saúde sobre infarto na juventude e confira se algum dos fatores de risco citados aparece na sua rotina.

Entre um remédio reaproveitado e uma escada qualquer, o dia mostra que avanço em saúde nem sempre exige tecnologia nova, às vezes basta olhar de novo pro que já existe.

 
 

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Segundo o professor Felipe Isidro, subir e descer escadas é quantas vezes mais econômico do que qualquer outro exercício?

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