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01 NOV · Nº 088

Bom dia, cafeinado.

O grupo de elite OAC Global, de Boulder, abriu os bastidores do treino de maratona de quatro corredores que se preparam para Nova York. Vira o shot. ☕

No shot de hoje · toque pra pular

🏃Treino de elite para Nova York01↓
🎗️Câncer e a ausência dos parceiros02↓
🎭Um monólogo sobre o peito03↓
🧪Cálcio iônico: quando pedir04↓
🍵Chá de chanana e a falta de estudos05↓
 

Quem banca a edição de hoje

AI Won’t Replace Ranchers. But It Will Change Who Wins.

AI can analyse data. 

AI can generate recommendations. 

But someone still has to make things happen in the real world. 

DIT AgTech combines hardware, AI, nutrition automation and real-time data to turn intelligence into action across livestock operations. 

It gives ranchers technology that works alongside them, automating supplementation and helping them produce more with less. 

That's Physical AI. 

And it's already operating in the real world, across 500+ deployed units and 370,000 head of livestock on the platform. 

As AI moves from screens into the physical economy, DIT AgTech is building the infrastructure for it in livestock production. 

And the market is massive. 

Livestock is still one of the world's least automated major industries. The race to bring Physical AI to it has barely begun. 

Be one of the first to see where this is going.

𝘐𝘯 𝘮𝘢𝘬𝘪𝘯𝘨 𝘢𝘯 𝘪𝘯𝘷𝘦𝘴𝘵𝘮𝘦𝘯𝘵 𝘥𝘦𝘤𝘪𝘴𝘪𝘰𝘯, 𝘪𝘯𝘷𝘦𝘴𝘵𝘰𝘳𝘴 𝘮𝘶𝘴𝘵 𝘳𝘦𝘭𝘺 𝘰𝘯 𝘵𝘩𝘦𝘪𝘳 𝘰𝘸𝘯 𝘦𝘹𝘢𝘮𝘪𝘯𝘢𝘵𝘪𝘰𝘯 𝘰𝘧 𝘵𝘩𝘦 𝘪𝘴𝘴𝘶𝘦𝘳 𝘢𝘯𝘥 𝘵𝘩𝘦 𝘵𝘦𝘳𝘮𝘴 𝘰𝘧 𝘵𝘩𝘦 𝘰𝘧𝘧𝘦𝘳𝘪𝘯𝘨, 𝘪𝘯𝘤𝘭𝘶𝘥𝘪𝘯𝘨 𝘵𝘩𝘦 𝘮𝘦𝘳𝘪𝘵𝘴 𝘢𝘯𝘥 𝘳𝘪𝘴𝘬𝘴 𝘪𝘯𝘷𝘰𝘭𝘷𝘦𝘥. 𝘋𝘐𝘛 𝘈𝘨𝘛𝘦𝘤𝘩 𝘩𝘢𝘴 𝘧𝘪𝘭𝘦𝘥 𝘢 𝘍𝘰𝘳𝘮 𝘊 𝘸𝘪𝘵𝘩 𝘵𝘩𝘦 𝘚𝘦𝘤𝘶𝘳𝘪𝘵𝘪𝘦𝘴 𝘢𝘯𝘥 𝘌𝘹𝘤𝘩𝘢𝘯𝘨𝘦 𝘊𝘰𝘮𝘮𝘪𝘴𝘴𝘪𝘰𝘯 𝘪𝘯 𝘤𝘰𝘯𝘯𝘦𝘤𝘵𝘪𝘰𝘯 𝘸𝘪𝘵𝘩 𝘪𝘵𝘴 𝘰𝘧𝘧𝘦𝘳𝘪𝘯𝘨, 𝘢 𝘤𝘰𝘱𝘺 𝘰𝘧 𝘸𝘩𝘪𝘤𝘩 𝘮𝘢𝘺 𝘣𝘦 𝘰𝘣𝘵𝘢𝘪𝘯𝘦𝘥 𝘩𝘦𝘳𝘦: https://bit.ly/4bzuWCi

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01  A manchete↑ índice

Por dentro do grupo de elite que montou um time de maratona em Boulder

Quando Joe Klecker entrou na turma inaugural do On Athletics Club, em Boulder, no Colorado, há seis anos, o plano era correr rápido na pista. O técnico Dathan Ritzenhein, pela fisiologia, pela tenacidade e até pelos genes do atleta, já sabia que ele seria maratonista, e provavelmente dos bons.

O time, hoje chamado OAC Global, nasceu no verão de 2020 com oito corredores pós-universitários atrás de vagas olímpicas entre os 1.500 e os 10.000 metros. Mandou atletas a Tóquio, entre eles Klecker, e trouxe medalhas de Paris. Ritzenhein e a técnica Laura Thweatt montaram depois um programa de maratona de elite.

A queniana Hellen Obiri, quatro vezes vencedora de Majors e dona do recorde do percurso feminino da Maratona de Nova York, colocou o grupo no mapa ao chegar em 2022. Ela saiu de cerca de 80 milhas semanais na pista para 120 a 125 milhas por semana, com treinos como tempos de 25 km. Sem outros maratonistas no time, fez parte dos longões com Alicia Monson e dos tempos e fartleks com Klecker.

Obiri virou uma das melhores maratonistas do mundo: venceu Nova York e Boston duas vezes e levou o bronze olímpico em Paris. Monson quebrou os recordes americanos dos 5.000 e 10.000 metros em 2023, e Klecker ganhou noção do que viria na primeira preparação para a maratona. Segundo ele, o nível de Obiri era tão alto que foi mais duro do que eu imaginava.

Hoje o time tem Klecker, com melhor marca de 2h05min56s em Boston, Ryan Ford, com 2h05min46s, e Patrick Kiprop, com 59min14s na meia maratona. Os quatro se preparam para a Maratona de Nova York.

O texto mostra como um grupo de pista virou fábrica de maratonistas: a chegada de uma referência mudou o volume e o nível de todo o time.

Fonte: Runner's World

 
 
02  Saúde↑ índice

Pesquisas apontam o peso do abandono no câncer de mama

Em coluna na VEJA Saúde, o jornalista e pesquisador Cláudio conta que a esposa, Dânia, recebeu em 2003 o diagnóstico de câncer de mama. Ele diz que não cometeu o erro que aponta como padrão masculino em diversas pesquisas: abandonar a parceira durante a doença.

Os números citados são duros. Mulheres têm seis vezes mais chances de se divorciar após um diagnóstico de câncer do que homens na mesma condição. No Brasil, dependendo da região, 40% delas são deixadas entre o início da doença e o fim do tratamento.

Uma pesquisa citada no texto revela ainda que só uma em cada cinco brasileiras tem no parceiro a principal fonte de apoio nessas circunstâncias. O autor percebeu o padrão quando o oncologista disse que era raro ver o companheiro no consultório.

Nas clínicas, relata ele, homens com câncer vinham acompanhados da esposa, da mãe, das filhas e às vezes da ex, enquanto mulheres com câncer, quando não estavam sozinhas, vinham com outras mulheres. Depois da morte de Dânia, em 2022, ele foi atrás de dados para confirmar ou refutar essas impressões e concluiu que o sexismo limita o próprio enfrentamento da doença.

Quem tem alguém em tratamento de câncer ganha um dado concreto sobre a importância de aparecer nas consultas.

Fonte: VEJA Saúde

O nível da xícara

Percentual de brasileiras em dois recortes citados na coluna (deixadas pelo parceiro, em algumas regiões, e as que têm o parceiro como principal apoio).

Deixadas no tratamento
  
40%
Parceiro é o principal apoio
  
20%
 

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North America doesn’t mine enough road salt for its own winters. Atlas Salt (TSXV: SALT) is developing a Newfoundland mine to help close that gap, projected to generate C$188M a year.

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Espresso

Cérebro Estudo da USP aponta que o excesso de treino desregula a química do cérebro, com impacto na dopamina. →

Longevidade Quatro minutos de exercício por dia ajudam pessoas com mais de 65 anos a ganhar força. →

Coração Maior volume de exercícios amplia os benefícios cardiovasculares, segundo reportagem. →

 
 
03  Cultura e saúde↑ índice

Atriz transforma o câncer de mama em monólogo com direção de Bia Lessa

A atriz Luiza Mariani, de 46 anos, faz mamografia anual desde 2018, quando colocou silicone nos seios. Em novembro de 2024, após um exame de rotina, ouviu da mastologista que precisaria de uma biópsia. Quinze dias depois, o resultado: carcinoma ductal in situ da mama com foco suspeito de invasão estromal.

Ela passou por duas cirurgias, uma em dezembro de 2024 e uma mastectomia dupla em fevereiro de 2025. Antes dessas duas, já havia operado aos 22 anos, para reduzir os seios, e aos 38, para levantá-los.

Do tratamento nasceu o monólogo O Que o Meu Peito Carrega Sobre Mim, que investiga o seio feminino da caça às bruxas na Inquisição ao boom do silicone nos anos 1990, passando pelas amas de leite do Brasil colonial. A direção é de Bia Lessa, e o ator Pablo Sanábio, em remissão de um tumor cerebral desde maio de 2025, é coprodutor.

A peça está em cartaz no Teatro Poeira (RJ) até 20 de dezembro. A atriz usa em cena a camisola que comprou para o hospital após a primeira cirurgia e diz que o maior desafio foi não fazer uma peça sobre câncer de mama.

Mamografia anual de rotina foi o caminho que levou ao diagnóstico precoce relatado pela atriz.

Fonte: VEJA Saúde

Ouvido no balcão

Passei a vida inteira negociando com o meu peito

Luiza Mariani, atriz, em entrevista à VEJA Saúde

 
 
04  Exames↑ índice

Cálcio iônico mede só a fração livre do mineral, mas raramente é necessário

O cálcio iônico é a porção do mineral que não está ligada a proteínas, por isso chamado de cálcio livre. É a parcela disponível no corpo, que participa da contração muscular, da coagulação e da regulação do ritmo cardíaco.

A dosagem é considerada mais precisa que a do cálcio total, pois mede só o que é ativamente usado. O exame é feito por coleta de sangue, mas exige cuidado: se a amostra tiver contato com o ar, o pH muda e o resultado também.

O teste de cálcio total é mais comum e pode ser de rotina. O iônico é mais caro e desnecessário na maioria dos casos, sendo pedido em geral quando o médico suspeita de problemas nos rins ou na paratireoide, ou quando há alterações nas proteínas do sangue.

Mesmo assim, os médicos costumam estimar o valor pelo cálcio corrigido pela albumina, e o exame fica para casos mais graves ou quando essa conta não basta. Cãibras, fraqueza, confusão mental, dor nos ossos, náuseas e alterações do ritmo cardíaco estão entre os sintomas associados às condições que mudam o nível de cálcio.

Se o pedido de cálcio iônico aparecer, vale entender por que o cálcio total não bastou.

Fonte: VEJA Saúde

A dose exata

120 a 125 milhas por semana Foi o volume que Hellen Obiri passou a correr ao migrar da pista para a maratona no OAC, contra cerca de 80 milhas semanais antes.

 
 
05  Bem-estar↑ índice

Chá de chanana é usado como planta medicinal, mas faltam estudos

O chá de chanana é usado pela sabedoria popular como planta medicinal, e a VEJA Saúde explica o que ele é, quais seriam os benefícios e como fazer a bebida.

O ponto central da reportagem está no subtítulo: não existem estudos suficientes que comprovem essas vantagens. O uso tradicional existe, mas a ciência ainda não sustenta as promessas.

Chá de chanana tem tradição popular, mas sem estudos suficientes não há benefício comprovado.

Fonte: VEJA Saúde

 
 

No radar · a agenda de hoje

Em breve · Klecker, Ford, Kiprop e Obiri se preparam para a Maratona de Nova York; vale conferir como os quatro chegam.

Até 20/12 · O monólogo O Que o Meu Peito Carrega Sobre Mim segue em cartaz no Teatro Poeira (RJ).

Na próxima consulta · Pergunte ao médico se o cálcio total corrigido já responde à dúvida antes de pedir o iônico.

Pra viagem

Se o seu laudo trouxer cálcio iônico, pergunte ao médico por que o cálcio total corrigido pela albumina não foi suficiente.

Entre o time que cresce ao lado de uma referência e quem atravessa um tratamento com ou sem companhia, o dia mostra o quanto o resultado depende de quem está por perto.

 
 
 
FitShot Quiz

Quantas milhas por semana Hellen Obiri passou a correr ao migrar da pista para a maratona no OAC?

ACerca de 80 milhas
BCerca de 100 milhas
C120 a 125 milhas
DCerca de 150 milhas

Veja o ranking de quem mais acerta →

 
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